quinta-feira, 9 de junho de 2011

Modernidade nas relações?!

  
   Mulheres sem coração, más, cruéis, frias, impiedosas, experts no desapego... Modernas, talvez. Se tudo muda, ou se adapta as mulheres se adaptaram. A velha estória do príncipe montado em um cavalo branco, os laços sentimentais, o respeito entre um casal, o relacionamento duradouro, apenas algumas das coisas que com o passar do tempo, cairam em desuso. Numa época não muito distante, enquanto os muitos homens usavam, e as mulheres sofriam; Hoje, as mulheres usam, os homens usam e tudo certo, ou, as mulheres usam e os homens sofrem (prefiro assim). Mas, claro que exceções e sentimentos ainda existem.
   Há quem diga que aprendemos com as decepções, isso verdade é, fato comprovado, testado e experimentado. Todas tem seus motivos, as vezes nem tão verdadeiros, e nem tão específicos. Toda garota legal, meiga e doce, não se mantém assim para sempre, dependendo do ponto de vista, é assim que vejo. O sofrimento faz crescer, amadurecer, é natural, imposto no viver humano, na relação homem-mundo. A partir do nascimento, faz-se necessário o esforço para respirar, já começa daí... Até que um dia, a criança começa a se aventurar, aprendendo a andar, sofre quedas; Quedas estas que não se comparam com o que ainda vem em seguida... Um dia, a mesma, se apaixona/se ilude, pensa que é correspondida na mesma proporção, e chegando até a jurar amor eterno, tempo vai, tempo vem, vê que não é bem assim, ou é traída, ou pior, o grande “amor” da vida da pobre garota toma chá de sumiço, enfim, quebra a cara.
   Tais quedas dão experiência, gerando o desapego emocional e consequentemente a independência de outrem para ser feliz... Artes estas, que os homens parecem dominar desde o berço. Sendo assim, existem três tipos de mulheres: As que aprendem, as que vão aprender e as que não aprendem porque não querem. A vida é injusta?! Não... Os acontecimentos, as pistas, é tudo muito explicíto, mas, só se ver o que se quer ver, disso ninguém duvida. E é aquela velha história, só se ilude quem quer!


Ouvindo: Ainda Bem - Vanessa da Mata